segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


Ditadores fora do poder, greves, manifestações, revoltas, polêmicas... Alguma coisa a "população menos influente" tinha que lucrar com a globalização, além da cultura e do "fast food": Internet, o poder abstrato. Em fração de segundos o mundo todo interage. Globalização e internet. Aliados distintos e fiéis. De mãos dadas, fazem a própria revolução. Quando a "população menos influente da história" começou a ganhar força e a aprender/aperfeiçoar a usar a tal arma imaginária, a "população mais influente da história"- hipócritas que lucram com a globalização e a internet-, resolvem frear o que já não é mais tão interessante à finança dos mesmos. A terceira guerra mundial será virtual. As armas são invisíveis, mas têm poder. A comunicação sempre proporcionou mudanças. E a nível mundial? São megamudanças. Comportamento, pensamento, cultura, política, direitos humanos... Municipais, estatais, globais...que venham as leis. Todas. Lei? Na democracia, o poder emana do povo. "Escolhemos" pessoas para legislar por um bem geral e porque os nossos (população menos influente da história) interesses não são levados a sério? Como diria um grande chefe de Estado: As leis são feitas para serem violadas...

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Só compreenderá o real valor desse sorriso quem um dia for pai ou mãe. É algo tão nobre quanto inexplicável... Sabe quando o mundo está prestes a desabar sobre os seus ombros? Entre mil problemas... Você olha para esse sorriso. Apenas olha. E o tempo pára para que você possa contemplá-lo. Uma paz parece invadir toda a sua alma e naquele momento você é tomado pela maior felicidade do mundo. São as nossas preciosas gotas de felicidade. Gotas avassaladoras. Naquele momento você entende que tudo vale a pena e que você pode tudo. Como um super herói que acabou de ganhar forças extras, achou um potinho de "life" para continuar a batalha. Esse é o meu bem maior, a melhor parte de mim... O potinho de "life" da minha caminhada: João Artur.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011



Ouso velar seu sono...
Dormes como um Príncipe em ascensão.

A rua já teve mais graça;
Bom mesmo é contemplar o melhor de mim.

Uma mudança que transforma e encanta.

Dormes Meu amor e
eu pensarei no nosso futuro...

Ainda há muita música para cantar;
história para ler;
poesia para fantasiar...

E o mundo espera por você...

Ainda temos tempo...
-Ele ainda é um aliado-

Meu Rei, Meu Artur, Meu amor...

Quiçá saberei explicar,
espero que possas entender...

É imaterial, impossível descrever...

Nobre demais, impossível tocar...

É o maior amor do mundo.

Só para você.

domingo, 4 de setembro de 2011


Soneto ao Rei dos meus sonhos. (João Artur)

Chamavam rebento.
Esperavam rebentar.
Uma palavra não definiria
o tamanho do amor a desabrochar.

Um pacto:
Para sempre amor.
Um parto:
Sem nenhuma dor.

O grande encontro:
Um “pedaço de mim”.
Como um reencontro:
O meu melhor sim.

É amor materializado.
O melhor “pedaço de mim”.

Minha poesia inacabada.

És tão lindo aos olhos de minh’alma
que não ousam importar-se
os meus olhos biológicos.

O barroco mais perfeito
e uma delicada contradição.

Um diamante a ser lapidado
carrega em sua (im)perfeição
o mais intenso brilho.

Você,  Meu amor.

De tão (im)perfeito
encaixa-se perfeitamente
em minha (im)perfeição

O inacabado que há em você, completa-me...

E juntos,
somos um só.

Uma só poesia.

Uma só alma.

Um só diamante.

O que há de mais precioso.

Minha doce e imperfeita pedra nua
serás o meu amor
enquanto a poesia existir.

Por todas as luas e
por todos os sóis...

A poesia não tem fim.

Repentinamente,
tudo muda.


Mais amor,
mais mulher.

Inexplicavelmente amor.

Amor que vem de dentro e
transborda...

Como um bom perfume.

O mais doce,
o mais suave.

Exalando até entranhar-se em todo o recinto.

O mais delicado som
embalando o amor pela cria.

Gratuito e
sem explicação.

Que vem de mansinho e
paira no ar...

Como as estrelinhas invisíveis
dos desenhos animados.

Estrelinhas de amor,
brilhando tímidas sobre nossas cabeças...

Sem alarde.

O mais puro amor.

Correndo sorrateiramente entre as veias
inundando corpo e alma.
Alimento da alma e da cria.



Recebe o meu de graça e tão doce amor...

Minha cria
Meu amor.

(Suzan Keila)








Ele, sorri com os olhos
e não fala nada.

Eu, ouço...
 

Perninhas pro ar...
 

Contemplo o melhor de mim.
 

Genes entrelaçados.
 

Os melhores.
 

"Saracoteando daqui pra'culá."
 

Isso é amor em movimento.


Procurei minha poesia...

E encontrei você.

Em verso e prosa;
Linhas e entrelinhas.

Você estava lá.


Simetricamente perfeito,
aos olhos que me cabem.


Olhos da alma. (os que veem mais longe)

Acomodou-se em meu refúgio...
Onde o que não cabe mais em mim,
transborda em versos...

Deu rosto e nome
as minhas crias...

Confabular não é pecado.


Conspirei...pirei...

Enfim...


Meu pecado é você.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011


De tantos casos
enquadro-me no caso
em que o acaso me puser...

Utópico, é raro;
Fictício, é fato.

Amante em poesia...

Desnuda...
Em corpo e alma.

-Decifra-me...
Como um delicado desafio
ousa findar em gozo.

-Devora-me...
Como um ávido predador
no ápice do instinto.

Sua serei
em suor e sabor.

Despida em poesia,
essencialmente nua...


Um paradigma em desalento,
tênue como um cristal
a ser delapidado...

Só para você.

domingo, 28 de agosto de 2011

Química e história
fantasiando o mesmo enredo.

No amor,
mãos dadas...

Na real,
mãos atadas...

Cabem na mesma frase.
Perdem-se no contexto...

Querida poesia...
Perdi-me entre as linhas
da história da química contemporânea...

Sou réu confesso,
pecadora arredia...

Matei a minha vontade
sem matá-la de verdade.

Um tiro com balas de festim.

E ela ainda vive...

Agonizando...

Vontade que anseia saudade...
Saudade que inspira vontade...

Materializada em poesia,
Imaterializada no ato.

A poesia vai além dos desejos.